OS CONTOS DE
NYMPHARUM, A fada.
A no-maj suja e o sapato de cristal
Era uma vez, em um reino No-Maj distante e
bastante mundano, uma pobre garota não-mágica tinha que lidar com os terríveis
tratos de sua madrasta e suas irmãs postiças, onde a mesma sofria muito com a
morte de seu pai.
Uma noite, um príncipe da região convocou um
baile para todas as donzelas solteiras do reino, assim a bela garota No-Maj
teria uma chance, porém foi proibida por sua madrata. Assim, enquanto chorava
em seu jardim, Arabella, a bruxa boa da iluminada aparatou.
-Seus trapos
se tornaram riquezas, e você irá ao baile... Diffindo! – Bradou
Arabella.
Arabella cortando, transfigurando e transformando
tornou os trapos da No-Maj em um belo vestido de baile, além de sapatos de
cristal, que faria a mudar seu futuro para sempre. Assim, depois da No-Maj ir
embora do baile e deixar o sapato, o
príncipe a achou e os dois viveram felizes para sempre.
A varinha quebrada, a maçã dourada e a fada que
cantava ópera
Era uma vez, no coração da cidade de Nova York,
existia Cassius, o bom curandeiro da região, sempre ajudava todos doentes e que
precisavam de ajuda com apenas um sacolejo de varinha. Porém, um dia, um No-Maj
muito mal e invejoso da região roubou a varinha de Cassius e a quebrou, jogando
no rosto do mesmo e fugindo com suas riquezas para a Flórida.
Cassius então agora andava com sua varinha
quebrada pelas ruas de Nova York, porém, um dia uma fada bondosa que cantava
ópera em uma comunidade no-maj conheceu
o bruxo e prometeu que o ajudaria, por isso, a mesma conjurou uma Maçã Dourada
que ao comer, realizaria um desejo.
Ao comer a maçã, Cassius pediu para que possa ter
a mais bela e divertida vida com sua amiga alada, assim os dois viveram felizes
como amigos por anos e anos, mostrando que há coisas muito mais importantes do
que poder e status.
A bruxa de uma perna só e o pântano borbulhante
Era uma vez, nos pântanos misteriosos da
Louisiana, Madame Laveau vivia e seu luxuoso chalé cheio de magia, o que muitos
não sabiam, é que Laveau tinha apenas uma perna, já que a outra foi devorada
por um crocodilo americano.
Madame Laveau era bastante inteligente e
poderosa, a mesma sempre produzia poções e despeja os restos em um pântano
próximo a sua casa. Um dia, o mesmo pântano começou a borbulhar e um
espirito apareceu.
-Madame, seu conhecimento abençou este pântano, escolha seu desejo, que eu lhe
concederei –Disse o Espírito.
Madame Laveau, emocionada pediu riquezas, magia e
uma enorme mansão, assim o espirito da agua a prendeu em uma arvore e a
huilhou.
-Depois de anos de estudo, você pede apenas luxo,
que vergonha... – Disse o espirito .
Madame Laveau, uma Serpente-Chifruda inteligente
e sábia pediu misericórdia e disse que se realmente a conhecesse, saberia seu
mais profundo desejo.
-Seu desejo mais profundo é de bom coração, por
isso, terei misericórdia- Disse o Espírito.
Assim o
pântano borbulhou e o espirito sumiu, Madame Laveau foi dormir em seu chalé
exausta, para no dia seguite, perceber que todas as crianças No-Maj de uma
região de Nova Órleans tinham uma escola no bairro.
O cavalheiro melancólico e a princesa do patrono
Era uma vez, em um reio ao norte, existia um
cavalheiro bruxo que vivia em uma
cidade apenas com mundanos, o que
combinava com o mesmo, já que o cavalheiro era um bruxo medíocre e não sabia
muito magia. Enquanto no topo de uma montanha, existia uma bela princesa bruxa
bastante talentosa, que sempre andava com seu patrono de gato ao lado dela.
Um dia, os dois se encontraram na floresta e os
dois começaram a se encontrar as escondidas, já que os pais da princesa não
permitiam o namoro. O namoro já durava um ano, os dois ficavam até o amanhecer
juntos, trocando carícias e conversando sobre os assuntos mais diversos.
Um dia, Merusa, a bruxa má e invejosa descobriu
sobre o encontro dos dois, por isso, colocou o Cavalheiro em uma Poção do Amor
e começou usa-ló para fazer ciúmes na
princesa.
Quando descobriu da farça, a Princesa
corajosamente invadiu o castelo de Merusa e com seu poderoso patrono, conseguiu
afastar 350 Dementadores, matar Merusa, e finalmente conseguiu salvar seu amado
da poção do amor, os dois se casaram , a princesa se tornou rainha, o
cavalheiro, rei e os dois viverão felizes para sempre.
O conto dos três poderes
Na colina mais alta de uma montanha nos
apalaches, durante o mais cedo período colonial, existia três bruxos,
considerados os mais talentosos da região.
William, um cavalheiro de cabelos castanhos, olhos verdes oliva e um porte físico de se admirar. Apesar dos atributos físicos, a inteligência, sabedoria , coragem e lealdade eram o que realmente prestavam atenção, onde o mesmo cavalgava por vilarejos e ajudava não-mágicos indefesos.
Helena, uma bruxa de lábios grossos e olhos hipnotizantes era de nobreza, inteligência e bondade excepcional, a mesma era conhecida por ser a melhor Clarividente da região, onde sempre ajudava pessoas, avisando quando tragédias viriam a acontecer.
Ravena, uma bruxa de beleza notável, cabelos
castanhos sedosos e vestidos elegantes era uma bruxa extremamente corajosa, de
coração enorme e que sempre se colocava a frente para salvar o próximo. A mesma
era amada por todos e sempre era chamada para defender os bons dos maus.
Os três eram melhores amigos, os mesmos construíram
um castelo de porte pequenos nas montanhas, onde chamaram de “O Castelo dos Aliados”, em homenagem de como
se chamavam.
Um dia, os três, criaram 3 artefatos, um para
cada. William enfeitiçou seu diário, tornando o mesmo um objeto mágico inteligente,
colocando toda sua humanidade e sabedoria nas páginas, onde pretendia passar
para todos os homens com mesmo sangue e bondade, para assim ser um grande
amigo, conselheiro e companheiro.
Helena buscou as pedras preciosas mais
bonitas e resistentes da região, criando uma bola de cristal roxa ornamentada,
encantando a mesma para ser um poderosos objeto clarividente, onde mostraria
para ela tudo que ela precisava ver e não o que queria ver.
Ravena era bastante apaixonada por felinos, onde
sempre cavalgava em uma Puma da Montanha, por isso, criou um elegante anel com
pedra brilhante laranja, o misterioso anel possuía o espirito de uma Pumaruna,
agindo como um guerreiro e que protegeria aqueles com verdadeiro espirito de
guerra, coragem e bondade.
Os três amigos então começaram a viver no castelo
e provaram aos bruxos americanos sobre verdadeira bondade e nobreza até o fim
de seus tempos. William se casou uma camponesa bruxa de Nova York, Helena com
um poderoso bruxo da Virgínia e Ravena com um Auror nobre de Massachusetts,
onde os três formaram suas famílias e continuaram a repassar suas histórias
através de suas heranças de sangue.




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